
O conceito de coliving vem ganhando força no Brasil, especialmente nas grandes cidades. Trata-se de um modelo de moradia compartilhada, em que os moradores têm seus quartos privativos, mas dividem áreas comuns como cozinha, lavanderia e espaços de convivência. Mais do que um imóvel, é um estilo de vida.

O coliving já é uma realidade nas grandes cidades brasileiras e atrai, principalmente, jovens profissionais e estudantes que buscam praticidade, custo acessível e uma vida comunitária. Mas, além do eixo tradicional de bairros centrais e zona sul, a Zona Norte do Rio de Janeiro vem se tornando um ponto de atenção para investidores.
Por que o coliving está em alta?

- Demanda crescente entre jovens profissionais e estudantes que buscam praticidade sem abrir mão de uma boa localização.
- Custos mais acessíveis, já que despesas são divididas.
- Valorização da experiência comunitária, muito ligada ao estilo de vida urbano atual.
Por que a Zona Norte tem potencial para coliving?








- Faculdades e centros universitários: bairros como Tijuca, Grajaú, Vila Isabel e Maracanã concentram universidades e cursinhos, aumentando a procura por moradias acessíveis e bem localizadas.
- Boa mobilidade urbana: linhas de metrô, BRT e trens facilitam o deslocamento, tornando a região atrativa para quem estuda ou trabalha em outras áreas da cidade.
- Custo mais competitivo: imóveis na Zona Norte costumam ter valores de compra e aluguel mais baixos do que em bairros da Zona Sul, abrindo margem para maior rentabilidade.
Oportunidades para investidores

Investir em imóveis para coliving pode ser uma excelente estratégia:
- Maior taxa de ocupação: a rotatividade é alta, mas a procura também.
- Potencial de rentabilidade: vários contratos em um mesmo imóvel podem gerar ganhos superiores ao aluguel tradicional.
- Flexibilidade: imóveis bem localizados e adaptáveis tendem a se valorizar mais.
Desafios que merecem atenção





- Gestão mais complexa: exige organização para lidar com múltiplos moradores.
- Adaptação do imóvel: pode ser necessário reformar para criar ambientes compartilhados funcionais.
- Perfil dos inquilinos: é importante atrair moradores que se identifiquem com a proposta para evitar conflitos.
Como se preparar para investir
- Escolha um imóvel com bom layout: casas grandes, sobrados ou apartamentos com metragem ampla podem ser facilmente adaptados para quartos individuais e áreas compartilhadas.
- Invista em reformas inteligentes: ambientes de convivência bem planejados fazem toda a diferença no coliving.
- Tenha gestão organizada: a administração de múltiplos moradores exige regras claras e, muitas vezes, o apoio de plataformas especializadas.
- Estude o perfil do público local: entender se a demanda vem de universitários, jovens trabalhadores ou até profissionais temporários ajuda a definir o modelo de negócio.
Conclusão
Investir em coliving na Zona Norte pode ser uma oportunidade única de diversificação, unindo custo acessível, alta demanda e valorização imobiliária.

👉 Quer avaliar se um imóvel da Zona Norte tem potencial para virar coliving? A Casa & Apê pode te orientar em cada etapa do processo. Chama no Whatsapp!

